segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Procura-se artista, arquiteto e programador

Olá Pessoal, Depois de um longo inverno o M.3.0 está de volta. Estou procurando profissionais para desenhar e implementar a cara deste lugar. Penso que este lugar é útil, rápido e fácil de consumir e contribuir. Como será o rosto disso?

sábado, 17 de julho de 2010

Clientes e Agências e Veículos e Consumidor

(este texto foi escrito por mim há 3 anos atrás, em junho/2007)

E passando por um momento de não entregar um trabalho perfeito dentro prazo estabelecido no início do processo, eu pensei na pessoa que inventou que em campanha online se tem a agilidade de negligenciar prazos.

Sim é verdade. Na mídia online o suporte é dinâmico, são códigos e redes de comunicação interligados, não o papel que veicula o anúncio da revista, nem as produções para a TV que impedem de se mudar as edições enquanto o comercial está no ar (olha! Isto seria uma boa idéia, talvez o Google permita isto).

Mesmo com a possibilidade de mudar a mensagem, o processo de planejamento, negociação, compra, entrega de material é feito por pessoas dentro de um tempo.
E quando alguma coisa dá errado, não é falta de esforço para entregar um trabalho, é a falta de mais horas nos dias, mais minutos nas horas.

E para todas as pessoas do mundo, vai o meu recado: Entenda o processo das coisas, e pense sobre qual o prazo confortável (aquele que permite ajudar um parente, participar de compromissos pré-agendados, estar com o seu filho às 7h da noite, pensar na comunidade onde se mora). E tenha como meta realizável, ter tempo para dar atenção à finalização do processo, aquela tranquilidade agitada ao revisar tudo o que já foi feito. Só vai durar umas 4 horas no máximo, mas não 4 horas depois de uma noite mal dormida.

O mundo começa a mudar em nosso seu dia-a-dia. Agências, Clientes, Ad Servers, Veículos, vamos viver em um ritmo confortável para todos. Vamos trabalhar em equipe. Dá para fazer tudo muito mais rápido em equipe, e o trabalho sai até mais legal.

E outra coisa: conta nova é hora de estabelecer as bases do relacionamento. É hora de entrosar a equipe de todos os lados: Clientes e Agências e Veículos e Consumidor: É agora.

E para todas as pessoas do mundo, vai o meu recado: Entenda o processo das coisas, e pense sobre qual o prazo confortável (aquele que permite ajudar um parente, participar de compromissos pré-agendados, estar com o seu filho às 7h da noite, pensar na comunidade onde se mora). E tenha como meta realizável, ter tempo para dar atenção à finalização do processo, aquela tranquilidade agitada ao revisar tudo o que já foi feito. Só vai durar umas 4 horas no máximo, mas não 4 horas depois de uma noite mal dormida.

O mundo começa a mudar em nosso seu dia-a-dia. Agências, Clientes, Ad Servers, Veículos, vamos viver em um ritmo confortável para todos. Vamos trabalhar em equipe. Dá para fazer tudo muito mais rápido em equipe, e o trabalho sai até mais legal.

E outra coisa: conta nova é hora de estabelecer as bases do relacionamento. É hora de entrosar a equipe de todos os lados: Clientes e Agências e Veículos e Consumidor: É agora.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

renovação de pensamento: a crise e a oportunidade

Acabo de voltar de uma imersão mais intensa do que o normal no mercado de publicidade baiano, a convite da @_sinaprobahia. Como provocadora e amante cada vez mais apaixonada pelas minhas raízes baianas, risquei o meu fósforo na discussão sobre a renovação do modelo publicitário como negócio e a vantagem competitiva de qualquer mercado interno sem interferência da questão geográfica.

Eu sou uma publicitária nativa da geração digital. O que é o meu ponto forte ao mesmo tempo é o que me enfraquece. E vejo o mesmo paralelo com o mercado das 'agências tradicionais' onde habito. A fraqueza é o ponto forte. A tradição em saber publicidade é o antídoto contra a falta de fluência nas necessidades digitais e do novo pensamento do consumidor. Talvez isso soe antiquado. Porém em alguns habitats pode acontecer.

O ponto fraco também é o aditivo do ponto forte. E daí entram as agências de regiões extra RJ-SP, que por questões geográficas podem se sentir fora do interesse nacional/internacional. Com a quebra da noção de espaço geográfico e em um cenário de quebra de paradigmas, as agências de qualquer lugar do mundo ficam em pé de igualdade técnico. O que diferencia os mercados é o grau de confiança e de investimentos. Não a criatividade.

Só sei que isso é um ponto grande de reflexão pra mim.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O mundo nesta rede social

Esta semana de Carnaval saiu uma matéria de 14 páginas sobre rede social, na Carta Capital (17 fev, n. 583), com o conteúdo traduzido da The Economist. Vou tentar resumir e destacar os principais pontos que encontrei.

Como as redes sociais conseguiram obter este crescimento fenomenal (efeito de rede)?

O valor das redes para os seus usuários cresce exponencialmente com o número de pessoas conectadas a elas. Isto quer dizer que a audiência de uma rede social cresce lentamente no início e, então, explode quando ultrapassa um certo limiar. Um exemplo é o Facebook que demorou 5 anos para conquistar 150 milhões de usuários e apenas 8 meses para dobrar este número.

- As redes sociais se transformaram em vastos espaços públicos em que milhões de pessoas agora se sentem confortáveis em usar suas identidades reais on-line.

- São ferramentas estupendas para a comunicação de massa. Ao atualizar o site, os usuários podem deixar sua rede de amigos (e às vezes o mundo todo) saber o que está acontecendo em suas vidas. Para mim que tenho família em outro Estado, é uma forma de mostrar um pouco de como estou e o que tenho feito.

- As pessoas gastam mais tempo nos sites de relacionamentos do que com emails.

- As redes se tornaram importantes veículos para notícias e canais de influência. O Twitter é um exemplo de transmissão em tempo real dos eventos.

- Outra razão para as redes terem se tornado tão populares é que há uma grande quantidade de coisas para se fazer nelas, pois elas permitiram que programadores independentes criassem programas, conhecidos como “aplicativos”, que rodam em suas redes e exploram o tesouro de informações produzido pelos usuários. Exemplo o Máfia Wars, Farmville, SuperPoke, etc. Já recebi “n” convites para entrar e ainda não aceitei pois imagino o quão viciantes são, e já não consigo administrar nem as redes, quanto mais os jogos das redes.

- As redes produzem poderoso efeito de marketing viral, pois os amigos as usam para dizer uns aos outros as coisas que descobriram.

- Os pequenos negócios estão usando as redes para crescer. O Twitter por exemplo tem uma espécie de credibilidade de rua que falta à mídia tradicional.

- Aumentou o uso pessoal das redes sociais no trabalho e há várias empresas preocupadas com a produtividade. É utópico bloquear pois há vários empregados de celulares com acesso à internet, logo, seria uma perda de tempo. E, quem quiser “matar serviço”, tem diversas opções como o fumódromo, conversa de corredor, cafezinho...

- A próxima onda das redes sociais vai girar em torno dos telefones celulares e dos lugares onde as pessoas os levam. Isso abre perspectivas para mudanças ainda mais amplas na paisagem das redes de relacionamento. Para alguns, a idéia de uma tecnologia que possa promover encontros casuais com seus amigos vai parecer um sonho que se torna realidade, pois humaniza a tecnologia e emprega na causa de uma maior transparência global. Para outros, a idéia de ser rastreado de um lugar ao outro é uma perspectiva perturbadora que traz a lembrança do Grande Irmão.

Concluindo, ficou mais fácil para qualquer um formar por conta própria um grupo de discussão de alcance mundial com apenas alguns poucos cliques no mouse. Milhões dessas discussões podem ser realizadas simultaneamente com a maior facilidade.

Isto foi o que consegui resumir da grande matéria.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ação interessante de conteúdo e serviço

Stella Artois misturou conteúdo, serviço, realidade aumentada, mobilidade, gertação de conteúdo e compartilhamento em rede em aplicativo para IPhone e parece ter alcançado a tão desejada relevância.



Os vídeo relacionados também parecem bem legais. Acho que vale uma navegada.

Via Clube de Criação

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

2010Taí

Passo por uma renovação automática no mês de dezembro. Naturalmente começo a pensar em tudo o que aconteceu no ano e quais serão as minhas tendências em várias dimensões da vida.

Na dimensão do assunto que toca este blog, eu sinto que será o ano dos projetos de comunicação. As campanhas definitivamente estarão mortas (estas sim eu tenho a maior confiança em dizer que vão morrer para dar lugar aos projetos de comunicação. Tá, eu sei que elas têm a sua importância para o mundo da publicidade, mas sinceramente não acredito em sua eficiência a não ser que estejam inclusas em um... Projeto de comunicação!. Conteúdo e serviços para ser mais lembrado pelo consumidor.

E pelo fato de 2010 ser o ano dos projetos de comunicação esta linha que a gente inventou entre o tradicional e o digital deve desaparecer de vez, já que aqueles criativos que falam que não sabem nada deste 'negócio de internet' agora terão boas idéias que para serem executadas contarão com braços (e pernas) dentro do ambiente digital (que assim seja, amém). O criativo que diz que não consegue pensar digital é a mesma coisa do músico que diz que não pode tocar uma música porque não sabe dar upload da mesma em seu MySpace.

Os criativos multiconectados aos hábitos de consumo de meios do consumidor estarão a frente daqueles conectados apenas à internet ou ao último movimento literário/artístico. O paradigma se quebra e (bem puxando a sardinha para a brasa dos mídias e adjacências) o título de criativo dentro do ecossistema da publicidade se democratiza e todos os departamentos passam a ser 'Criação' (ou 'Mídia' ou 'Planejamento' ou 'Atendimento' ou 'Financeiro' ou Administrativo' ou...).

A firma que se denomina 'agência' terá um novo ano para mostrar que faz mesmo a diferença para os seus clientes, que tem mesmo um papel estratégico e que pode mesmo cuidar de tudo quando o assunto é publicidade. Será super interessante ver as tradicionais agências e as novas agências buscarem a raiz de sua existência (a PUBLICIDADE) e ainda agregar algum valor em cima disto.

Eu estou adorando as perpectivas para 2010. Será um ano maduro. Um ano de fazer acontecer. Eu vejo 2009 como um ano de subida da montanha, e 2010 como um ano de manter a presença no cume tirando o maior proveito do ar rarefeito.

Mais coisas aqui:
Top Digital Trends for 2010 / AdWeek (inglês)
Balanço 2009 / Proxxima (página 35 a 39)

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

E quais são as tendências para 2010? (10 trens dor 2010)

Meio e Mensagem divulgou um estudo da JWT Work in apontando as 10 tendências para a sociedade de consumo:

1 - Busca pela estabilidade - consumidores esperam para ver sinais mais fortes de estabilidade para voltar a gastar
2 - Leitura do rodapé do anuncio - detalhes das embalagens e letras pequenas em anúncios serão mais notadas
3 - Transparência máxima - pessoas demandarão informações sobre ingredientes, calorias, emissão de carbono por causa da produção e fontes dos produtos.
4 - O diabo veste embalagem - com o foco da sociedade no custo ecológico de embalagens, as marcas irão mudar para soluções recicladas, de reuso, etc.
5 - BIC - Brasil, Índia e China estão emergindo mais rápido do que nunca, sob os pontos-de-vista econômico e político.
6 - Fluxo da inovação - os produtos criados em mercados emergentes estão invadindo o mundo desenvolvido, onde já são considerados alternativas mais simples e baratas
7 - Novas ferramentas para um mundo mais idoso - proliferação de produtos e serviços para a terceira idade, que quer viver de maneira independente pelo máximo de tempo possível.
8 - Vida em tempo real - a internet move a percepção do que é ser atual para o "exatamente agora"
9 - Importância do local - com tecnologia de mapas e dispositivos móveis, a conversa das marcas deverá entender onde o consumidor está, o que ele faz e o que ele pensa naquele momento.
10 - Fluência do visual - o processo de mudança das palavras para as imagens irá acelerar, e veremos novas maneiras de explicar e dar luz a assuntos complexos.


O estudo analisou as previsões feitas para 2009 que eram as seguintes:


1 - Vida sob recessão - as pessoas cortaram seus gastos

2 - Loja-terapia - valorização dos prazeres simples da vida

3 - Corrida energética - possibilidade das empresas buscarem tecnologias que tornassem a energia mais econômica e renovável

4 - Movimento do pequeno - tudo estaria se tornando pequeno, de lojas a carros, da tecnologia mobile às embalagens

5 - Crescente poder dos telefones móveis - como centro de tudo no universo digital

6 - Extensão e reinvenção da carreira - como conseqüência de cortes das empresas

7 - Distração como entretenimento - diante de pessoas que fazem 1000 coisas ao mesmo tempo, os produtores de conteúdo podem tornar isso algo positivo, com a criação para várias mídias, gerando consumo simultâneo e engajamento

8 - Autenticidade - muitas marcas enfatizaram esse valor em sua comunicação

9 - Consciente coletivo - as pessoas deixam de falar sobre si e passam a considerar mais o “nós”

10 - Redistribuição do poder nas esferas econômica, política e social - de homens para mulheres, de países ricos para os emergentes


Fonte: Meio e Mensagem, n. 1389, 14/12/09, pg. 35

http://meioemensagem.ideavalley.com.br/flip/index.php?idEdicao=0a7092a1ee457d1a727c13796cb0976d

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