Acabo de voltar de uma imersão mais intensa do que o normal no mercado de publicidade baiano, a convite da @_sinaprobahia. Como provocadora e amante cada vez mais apaixonada pelas minhas raízes baianas, risquei o meu fósforo na discussão sobre a renovação do modelo publicitário como negócio e a vantagem competitiva de qualquer mercado interno sem interferência da questão geográfica.
Eu sou uma publicitária nativa da geração digital. O que é o meu ponto forte ao mesmo tempo é o que me enfraquece. E vejo o mesmo paralelo com o mercado das 'agências tradicionais' onde habito. A fraqueza é o ponto forte. A tradição em saber publicidade é o antídoto contra a falta de fluência nas necessidades digitais e do novo pensamento do consumidor. Talvez isso soe antiquado. Porém em alguns habitats pode acontecer.
O ponto fraco também é o aditivo do ponto forte. E daí entram as agências de regiões extra RJ-SP, que por questões geográficas podem se sentir fora do interesse nacional/internacional. Com a quebra da noção de espaço geográfico e em um cenário de quebra de paradigmas, as agências de qualquer lugar do mundo ficam em pé de igualdade técnico. O que diferencia os mercados é o grau de confiança e de investimentos. Não a criatividade.
Só sei que isso é um ponto grande de reflexão pra mim.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
renovação de pensamento: a crise e a oportunidade
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